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História

A IMF - Informação de Mercados Financeiros, nasceu no Verão de 1996 com o objectivo de oferecer às empresas um serviço completo e independente de consultoria em todos os mercados financeiros. Não existia até essa altura, e na verdade ainda hoje não existe para além da IMF, uma entidade que ajudasse as empresas nas questões relacionadas com o mercado cambial, no mercado monetário e nas variações de preços das commodities.

Essa era a nossa proposta de valor inicial: informação, apoio especializado, formação e auxílio no acesso aos mercados financeiros. Tudo isto a um preço muito competitivo.

No final da década de 90 Portugal encontrava-se em pleno processo de crescimento económico, sobretudo no tecido exportador, reflexo do Mercado Único Europeu criado em 1992. O Investimento Directo Estrangeiro, os fundos comunitários e as crescentes facilidades de acesso ao crédito permitiram um fluxo de capital muito significativo. Também o tecido importador vivia uma época de muito dinamismo e vivíamos os primeiros efeitos da Globalização, ainda que na altura relativamente confinada à Europa Ocidental, ainda a digerir reunificação alemã, e aos Estados Unidos. Nos mercados financeiros os principais actores eram Hans Tietmeyer (Bundesbank), Eisuke Sakakibara (o Mr. Iene do Banco do Japão) e Alan Greenspan (já na FED). António de Sousa era o Governador do Banco de Portugal (de Junho de 1994 a Fevereiro de 2000) e preparou a adesão ao euro. {pagebreak}

As taxas de juro do escudo eram bastante mais altas que as das principais divisas mundiais e a IMF ajudou os seus clientes a baixar os seus custos financeiros através de financiamentos em moeda estrangeira, como ainda o faz hoje. Ajudamos também a introduzir nas empresas alguns instrumentos financeiros na altura sofisticados, como os câmbios a prazo, swaps, as opções ou os futuros. A IMF foi pioneira em Portugal na construção de estruturas de cobertura de taxas de juro e na implementação de coberturas cambiais 24h/24h.

Até 1999 o peso das moedas "europeias" na exposição cambial das empresas era grande, ainda que as coberturas de médio prazo fossem mais pertinentes para o dólar, iene, libra e outras. Mas, tal como hoje, a IMF conseguia detectar as melhores oportunidades para as transacções, resultando em melhores melhores preços para os seus clientes junto das instituições financeiras e por isso o número de operações era muito elevado. Até ao final de 1998 tomamos a iniciativa de apresentar oportunidades de arbitragem entras moedas europeias e a futura moeda única, algo que os nossos clientes recordam com agrado.

Superando as nossas próprias expectativas, o impacto da introdução do euro na actividade da IMF foi bastante reduzido. Se é certo que as operações entre as moedas como o Marco, Franco Francês ou Peseta deixaram de existir, a verdade é que a IMF viu aumentar o seu número de clientes! À medida que as empresas se iam tornando mais sofisticadas e exigentes, sentimos que havia espaço para crescer e a oportunidade não se perdeu. Entretanto, outros concorrentes da IMF saíram do mercado, mas as empresas que com eles trabalhavam encontraram rapidamente na IMF um "porto seguro" para prosseguir o seu trabalho.

Ao longo dos anos a equipa da IMF já se deparou com um pouco de tudo em termos de mercados financeiros. Dólar forte (bem abaixo de 0.90!) e dólar fraco (1.60); bolsa "nas nuvens" em 2000 e o “pesadelo” que se seguiu até finais de 2004; petróleo abaixo de 10 dólares ou dezasseis vezes mais alto! Intervenções cambiais por parte de vários bancos centrais, o 11 de Setembro nos EUA ou o 11 de Março em Madrid. Escândalos financeiros em empresas multinacionais, a crise asiática, a falência do LTCM, o colapso financeiro da Argentina, Uruguai e Brasil. Mais recentemente, acompanhamos a crise provocada pelo subprime, como consequente quase colapso do sistema financeiro global, a crise financeira que se seguiu e o receio em tornos dos bancos. Testemunhámos medo como nunca antes tínhamos visto.

Mas a IMF também conviveu com verdadeiras "revoluções" como a generalização do uso da internet e telecomunicações móveis e sem fios ou o processo de Globalização. Vivemos momentos históricos como a primeira cotação do euro ou a viragem do milénio.

Mais de 15 anos de experiência, acompanhamento de clientes muito diversificados e a liderança no mercado são os nossos melhores cartões-de-visita e a garantia que estaremos prontos para o futuro e para o que possa suceder.

Estamos desde já a preparar-nos para a crescente importância do yuan e sua convertibilidade. Não faltará muito até que a IMF possa estar a analisar e negociar operações de Euro/Yuan...

Tentaremos sempre melhorar os nossos processos, técnicas e serviço. Mas a base de tudo está na nossa intenção de criar valor aos nossos clientes e desenvolver as nossas competências. Sempre.

Numa nota final, faz sentido referir que a IMF tem boas relações com todas as instituições financeiras e as nossas análises e comentários são frequentemente solicitados pela imprensa especializada e agências de informação.

O compromisso e os objectivos da IMF para os próximos anos não são diferentes dos que estiveram na base da sua criação. Continuamos a pretender ajudar os nossos clientes na sua relação com o risco, os mercados financeiros, a envolvente macroeconómica e as temáticas de contabilização e auditoria.

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